Eu fui-me perdendo. Quanto mais tempo passava, mais me perdia, e mesmo assim deixei a vida continuar o seu caminho sem me impor, e sem lutar. "Eu estou a mudar, é normal" dizia para mim mesma vezes sem conta.
Passaram anos e aqui estou eu. Mudada, sem sinais do meu "eu" antigo. Perdida num mundo que não é o meu.
Sinto que acordei de um grande sono e agora vivo uma vida diferente. Diferente de tudo o que imaginei e planei. Uma vida na qual sinto que não pertenço e que não tem nada de meu.
Acordei tarde. Tarde demais para recuperar a minha antiga personalidade, e continuar a minha vida.
Não sei como a perdi, onde a perdi, e nem as razões que me levaram a perdê-la.
A forma com que olho para a vida é diferente, e os obstáculos tornam-se mais difíceis de ultrapassar. As pessoas com quem me dava são agora meras memórias, e a saudade - essa nunca passa!
Mais responsabilidades, mais stress, mais problemas para resolver. E menos força de vontade, menos garra, menos pensamentos positivos.
Por muito que veja e reveja memórias antigas não consigo ter a despreocupação de antes, a força e a vontade de antes. Foi algo que perdi e dificilmente irei encontrar. Foi algo que fez de mim perdida.
Tens imensos sonhos para a vida? Sentes desilusão quando não se realizam, e pura felicidade quando os alcanças? Sonhos que parecem impossíveis, mas mesmo assim lutas por eles? Então este blogue é uma boa opção de leitura, Bem Vindo!
segunda-feira, 24 de novembro de 2014
quarta-feira, 13 de agosto de 2014
O eterno amor (Texto solto #1)
Desde que me lembro que o conheço. Ele é quase um irmão para mim. Crescemos juntos, brincamos juntos...
Os nossos pais eram grandes amigos, então estávamos sempre em casa um do outro.
Tudo mudou quando ele foi para a Universidade. Ele foi para uma cidade diferente e acabamos por nos afastar... Cada vez mais falávamos menos, e piorou quando ele arranjou uma namorada. A partir daí ele tornou-se mais distante, eu já não tinha a importância de antes...
Da última vez que cá voltou trouxe namorada atrás. Eu não a suportava. Era por causa dela que ele não falava como antes para mim... era ela a culpada. Ela, apenas ELA.
Fui convidada a almoçar lá em casa dele. Estava ansiosa para o voltar a ver, para estar novamente nos seus braços. Já à "namoradinha" não tinha qualquer prazer de a conhecer e no entanto foi a primeira pessoa que reparei mal entrei em casa: Calças de ganga, camisola preta, cabelo enorme preto e um sorriso estúpido.
Eu iria fazer com que ela se sentisse a mais porque na verdade ela estava a mais.
Dei um grande "Ola" a todos e com um sorriso enorme e braços abertos cumprimentei os pais dele. abracei-me a eles de forma a transmitir para a rapariga que eles eram uns pais para mim, e que naquela família só há espaço para uma (eu). Mensagem essa que consegui transmitir, pois o sorriso estúpido que ela tinha desaparecera.
A seguir abracei-o e dei-lhe um monte de beijos, também uma forma de causar ciúmes à estranha rapariga que me roubara o meu "eterno amor".
Ele apresentou-me mal o larguei. Eu não conseguia mostrar-lhe um sorriso nem dizer um "ola" como disse para os outros. Simplesmente não conseguia, eu odiava-a e isso não iria mudar.
O que acabou por sair da minha boca foi um "ola" sem emoção. Um "ola" sem calor, sem sentido, sem nada.
Cumprimentei-a e virei-me novamente para ele.
Eu tinha que impor a minha posição, eu tinha que lhe mostrar que ela não ia chegar ali e levá-lo. Eu tinha que a fazer ver que nestes vinte e um anos dele, ele fora meu e não dela.
Os nossos pais eram grandes amigos, então estávamos sempre em casa um do outro.
Tudo mudou quando ele foi para a Universidade. Ele foi para uma cidade diferente e acabamos por nos afastar... Cada vez mais falávamos menos, e piorou quando ele arranjou uma namorada. A partir daí ele tornou-se mais distante, eu já não tinha a importância de antes...
Da última vez que cá voltou trouxe namorada atrás. Eu não a suportava. Era por causa dela que ele não falava como antes para mim... era ela a culpada. Ela, apenas ELA.
Fui convidada a almoçar lá em casa dele. Estava ansiosa para o voltar a ver, para estar novamente nos seus braços. Já à "namoradinha" não tinha qualquer prazer de a conhecer e no entanto foi a primeira pessoa que reparei mal entrei em casa: Calças de ganga, camisola preta, cabelo enorme preto e um sorriso estúpido.
Eu iria fazer com que ela se sentisse a mais porque na verdade ela estava a mais.
Dei um grande "Ola" a todos e com um sorriso enorme e braços abertos cumprimentei os pais dele. abracei-me a eles de forma a transmitir para a rapariga que eles eram uns pais para mim, e que naquela família só há espaço para uma (eu). Mensagem essa que consegui transmitir, pois o sorriso estúpido que ela tinha desaparecera.
A seguir abracei-o e dei-lhe um monte de beijos, também uma forma de causar ciúmes à estranha rapariga que me roubara o meu "eterno amor".
Ele apresentou-me mal o larguei. Eu não conseguia mostrar-lhe um sorriso nem dizer um "ola" como disse para os outros. Simplesmente não conseguia, eu odiava-a e isso não iria mudar.
O que acabou por sair da minha boca foi um "ola" sem emoção. Um "ola" sem calor, sem sentido, sem nada.
Cumprimentei-a e virei-me novamente para ele.
Eu tinha que impor a minha posição, eu tinha que lhe mostrar que ela não ia chegar ali e levá-lo. Eu tinha que a fazer ver que nestes vinte e um anos dele, ele fora meu e não dela.
terça-feira, 15 de julho de 2014
Não o que queremos, mas o que podemos
Ao longo da vida, nós não temos o que queremos, temos o que podemos.
Sonhos ficam por realizar e planos por cumprir.
Vemo-nos forçados a tomar decisões que determinam o futuro da nossa vida... Muitas vezes essas decisões dependem do "poder" ou "não poder", e nada tem a ver com o que queremos da vida.
Quantas vezes desistimos de sonhos que queremos realizar, pelo simples facto de não podermos/ não termos condições para que ele se realize?
É triste pensar nisto principalmente sabendo que daqui a uns anos iremos arrependermo-nos por decisões tomadas, e pela vida que levamos, desde então.
Daqui a muitos anos, já perto do nosso último suspiro vamos lamentarmo-nos da vida que tivemos, e imaginar outras que podiamos ter tido.
Como será? Como será que nos iremos sentir? Pior que agora, que sabemos não ter o que queremos?
Todos tentamos seguir os sonhos, uns por muito tempo, outros por pouco, mas todos queremos algo em comum: Felicidade. E será que a iremos alcançar? Mesmo só tendo o que podemos? Mesmo ao não fazer o que queremos na vida?
Isto adequa-se a tantas situações...
Imaginemos um rapaz.
No seu 9º ano não foi para Artes porque na sua escola não abria esse curso.
No 12º ano tentou candidatar-se a design no ensino superior, mas sem sucesso. As médias eram altas (ele teria média muito mais alta se tivesse ido para Artes), e muitas das universidades pediam provas de ingresso de disciplinas que ele não tivera.
Por fim, entrou na sua última opção: Engenharia Informática. Não era de todo horrivel, ele até gostava do que fazia, mas não tanto como design.
Já empregado, tentou licenciar-se a design, mas faltava-lhe tempo.
Passaram anos, e casou-se, coisa que fez com que gastasse parte do dinheiro guardado para a adiada licenciatura em design.
Com os anos passados, vieram filhos, mais despesas, cada vez menos tempo e paciência para voltar à vida de estudante.
Os anos voarão.
Agora já com 80 anos, arrependia-se. Arrependia-se: de não ter seguido Artes, de não ter estudado mais para ter melhor média. Arrependia-se de não ter tido tempo para a licenciatura a design. Arrependia-se até de se casar e ter filhos.
Morreu arrependido, por não ter tido uma vida como sempre quisera.
Sonhos ficam por realizar e planos por cumprir.
Vemo-nos forçados a tomar decisões que determinam o futuro da nossa vida... Muitas vezes essas decisões dependem do "poder" ou "não poder", e nada tem a ver com o que queremos da vida.
Quantas vezes desistimos de sonhos que queremos realizar, pelo simples facto de não podermos/ não termos condições para que ele se realize?
É triste pensar nisto principalmente sabendo que daqui a uns anos iremos arrependermo-nos por decisões tomadas, e pela vida que levamos, desde então.
Daqui a muitos anos, já perto do nosso último suspiro vamos lamentarmo-nos da vida que tivemos, e imaginar outras que podiamos ter tido.
Como será? Como será que nos iremos sentir? Pior que agora, que sabemos não ter o que queremos?
Todos tentamos seguir os sonhos, uns por muito tempo, outros por pouco, mas todos queremos algo em comum: Felicidade. E será que a iremos alcançar? Mesmo só tendo o que podemos? Mesmo ao não fazer o que queremos na vida?
Isto adequa-se a tantas situações...
Imaginemos um rapaz.
No seu 9º ano não foi para Artes porque na sua escola não abria esse curso.
No 12º ano tentou candidatar-se a design no ensino superior, mas sem sucesso. As médias eram altas (ele teria média muito mais alta se tivesse ido para Artes), e muitas das universidades pediam provas de ingresso de disciplinas que ele não tivera.
Por fim, entrou na sua última opção: Engenharia Informática. Não era de todo horrivel, ele até gostava do que fazia, mas não tanto como design.
Já empregado, tentou licenciar-se a design, mas faltava-lhe tempo.
Passaram anos, e casou-se, coisa que fez com que gastasse parte do dinheiro guardado para a adiada licenciatura em design.
Com os anos passados, vieram filhos, mais despesas, cada vez menos tempo e paciência para voltar à vida de estudante.
Os anos voarão.
Agora já com 80 anos, arrependia-se. Arrependia-se: de não ter seguido Artes, de não ter estudado mais para ter melhor média. Arrependia-se de não ter tido tempo para a licenciatura a design. Arrependia-se até de se casar e ter filhos.
Morreu arrependido, por não ter tido uma vida como sempre quisera.
-Sɑrɑ Rɑmos-
terça-feira, 24 de junho de 2014
Omitir
Muitas pessoas dizem que omitir, é o mesmo que mentir.
Eu não acho que seja. Mentir é dizer algo que não é verdade e às vezes até dizer o contrário. Omitir é algo mais vago, é ocultar informação.
Omitir pode ser considerado tão grave quanto mentir, e tudo depende da informação omitida.
Quando é algo importante, algo que tem algum valor, e é omitido, isso é grave. Principalmente quando já houve problemas em relação a isso. E ainda mais grave fica quando o omitido é descoberto, mas por outros meios, sem ser a pessoa que foi responsável pela omissão.
Se algo é importante, devemos dizê-lo, principalmente a quem é influenciado por isso, ou a quem tem importância suficiente e que deva saber. Quando não o dizemos é porque algo está mal, e devemos questionar-nos para descobrir o que é.
Eu não acho que seja. Mentir é dizer algo que não é verdade e às vezes até dizer o contrário. Omitir é algo mais vago, é ocultar informação.
Omitir pode ser considerado tão grave quanto mentir, e tudo depende da informação omitida.
Quando é algo importante, algo que tem algum valor, e é omitido, isso é grave. Principalmente quando já houve problemas em relação a isso. E ainda mais grave fica quando o omitido é descoberto, mas por outros meios, sem ser a pessoa que foi responsável pela omissão.
Se algo é importante, devemos dizê-lo, principalmente a quem é influenciado por isso, ou a quem tem importância suficiente e que deva saber. Quando não o dizemos é porque algo está mal, e devemos questionar-nos para descobrir o que é.
- Será falta de confiança para com a pessoa envolvida?
- Ou será apenas que a pessoa já não tem tanta importância como anteriormente tinha?
Muitas vezes, a omissão acaba por se tornar um ciclo vicioso e contínuo ao longo da vida. Aprendemos a não confiar a quem é nosso amigo, e fechamo-nos em nós próprios. Aprendemos a omitir informação a toda a gente, e acabamos até por nos convencer a nós próprios que tal informação não existe. Uma tentativa falhada de tentarmos ficar bem.
O mundo desaba é quando tentamos ficar melhor, tentamos não omitir informação, e vemos que todos à nossa volta o fazem. Aí sentimos que o nosso esforço é em vão, e que toda a nossa luta para fugirmos do problema, não irá valer em nada.
Será justo esforçarmo-nos e não omitir nada, se todas as pessoas à nossa volta omitirem?
A resposta é fácil: Não.
E aí voltamos a omitir tudo a todos, e a guardar os pensamentos só para nós.
-Sɑrɑ Rɑmos-
segunda-feira, 16 de junho de 2014
Curiosidade
Ler a última página de um livro, sem nem sequer ter lido metade dele. Ou ver o último episódio da série sem a ter visto por metade.
Eu sou assim, admito. Sou tão curiosa pelo final, que quando o tenho ao meu dispor não me consigo conter. É mais forte do que eu. ( Claro que depois de saber o final a história já não tem a piada que tinha, mas é impossível deixar o final para o fim. ).
Sou muito curiosa, e então com tanto entusiasmo que tenho, sinto necessidade de ver o final.
Já tentaram fazer com que parasse com isto, mas não conseguiram.
Numa ocasião, colocaram um autocolante e colaram as três últimas páginas de um livro à sua capa e fizeram uma aposta comigo, não iria ganhar nada, mas era apenas para ver até onde ia a minha curiosidade. Claro, que ao fim de uma semana o autocolante estava já destruído.
É algo impulsivo. De um momento para o outro sinto uma necessidade tão grande, quase como se um caso de vida ou de morte se tratasse, de ver o final e então vejo.
No entanto tenho vindo a melhorar ao longo dos anos. Agora já não vejo o final, fico é mais empenhada a ler, para que o final chegue rápido.
Acredito que apesar de ter mudado muitas coisas para pior, isto foi o que melhorou na minha personalidade: Tenho mais paciência, e tento mais vezes do que antes, ver o lado positivo das coisas.
A curiosidade porém mantém-se constante, mas tenho que tentar diminuir um pouquinho, pois " a curiosidade matou o gato".
Eu sou assim, admito. Sou tão curiosa pelo final, que quando o tenho ao meu dispor não me consigo conter. É mais forte do que eu. ( Claro que depois de saber o final a história já não tem a piada que tinha, mas é impossível deixar o final para o fim. ).
Sou muito curiosa, e então com tanto entusiasmo que tenho, sinto necessidade de ver o final.
Já tentaram fazer com que parasse com isto, mas não conseguiram.
Numa ocasião, colocaram um autocolante e colaram as três últimas páginas de um livro à sua capa e fizeram uma aposta comigo, não iria ganhar nada, mas era apenas para ver até onde ia a minha curiosidade. Claro, que ao fim de uma semana o autocolante estava já destruído.
É algo impulsivo. De um momento para o outro sinto uma necessidade tão grande, quase como se um caso de vida ou de morte se tratasse, de ver o final e então vejo.
No entanto tenho vindo a melhorar ao longo dos anos. Agora já não vejo o final, fico é mais empenhada a ler, para que o final chegue rápido.
Acredito que apesar de ter mudado muitas coisas para pior, isto foi o que melhorou na minha personalidade: Tenho mais paciência, e tento mais vezes do que antes, ver o lado positivo das coisas.
A curiosidade porém mantém-se constante, mas tenho que tentar diminuir um pouquinho, pois " a curiosidade matou o gato".
-Sɑrɑ Rɑmos-
quarta-feira, 4 de junho de 2014
A reencarnação
A reencarnação é de facto um assunto muito tabu, e cheio de
questões.
Eu tenho uma mente muito aberta, aceito a
diferença entre pessoas, entre culturas, e entre religiões. Tenho de facto um
"bichinho" dentro de mim, que procura sempre mais e mais
conhecimento. Por isso mesmo, à cerca de dois anos atrás decidi procurar mais
sobre outras religiões, os seus costumes e as suas crenças.
Já antes acreditava na reencarnação, mas
esta crença tornou-se mais forte quando reparei que muitas das religiões
orientais acreditam, sem sombra de duvida, na reencarnação.
Descartes considerava que só é
conhecimento "o que se apresenta de tal forma clara e distinta à minha
alma que ela não posso negar.". Pois bem, este assunto da reencarnação
apresenta-se muito claro à minha alma e ao meu pensamento.
Já numa religião oriental, acreditam que a alma sofre
sucessivas reencarnações, e que uma só alma, dá origem a várias e é capaz de
viver cerca de 60 vidas.
Segundo a minha lógica, é daí que vêm os
nossos gostos e hobbies.
Ao longo das nossas vidas passadas, fomos fazendo coisas que gostamos e que não gostamos, e isso ficou guardado na nossa alma. Mesmo que tenhamos passado pelo "grande lago do esquecimento" e que nos tenhamos esquecido de tudo das nossas vidas anteriores, a nossa alma continua igual, e os momentos inesquecíveis das outras vidas continuam connosco, mas inconscientemente. Desta forma, recordamos o que gostamos.
Esta é a teoria que formulei e na qual acredito profundamente.
Ao longo das nossas vidas passadas, fomos fazendo coisas que gostamos e que não gostamos, e isso ficou guardado na nossa alma. Mesmo que tenhamos passado pelo "grande lago do esquecimento" e que nos tenhamos esquecido de tudo das nossas vidas anteriores, a nossa alma continua igual, e os momentos inesquecíveis das outras vidas continuam connosco, mas inconscientemente. Desta forma, recordamos o que gostamos.
Esta é a teoria que formulei e na qual acredito profundamente.
-Sɑrɑ Rɑmos-
segunda-feira, 26 de maio de 2014
Maquilhagem
Eu sou muito parecida com as italianas: gosto muito de maquilhagem.
Se a maquilhagem foi feita para as mulheres, porque não a usar?
Há boatos que a maquilhagem estraga a pele, ou que é horrível ver uma mulher com maquilhagem. Eu não concordo: se tivermos os devidos cuidados com a pele, ela não se estraga, e uma mulher usa a maquilhagem como ela quer, umas usam uma maquilhagem mais simples que nem se nota, outras muita maquilhagem de modo a chamar a atenção. Tudo depende da pessoa.
Mas a pele não se estraga caso tenhamos os cuidados adequados.
Se a maquilhagem foi feita para as mulheres, porque não a usar?
Há boatos que a maquilhagem estraga a pele, ou que é horrível ver uma mulher com maquilhagem. Eu não concordo: se tivermos os devidos cuidados com a pele, ela não se estraga, e uma mulher usa a maquilhagem como ela quer, umas usam uma maquilhagem mais simples que nem se nota, outras muita maquilhagem de modo a chamar a atenção. Tudo depende da pessoa.
Mas a pele não se estraga caso tenhamos os cuidados adequados.
- Lavar, esfoliar, e hidratar a pele todos os dias é necessário, quase como uma obrigação.
- Retirar toda a maquilhagem no final do dia, antes de dormir, para a pele poder respirar.
- Usar argila para a cara de mês a mês, ou dois em dois.
Estes são os cuidados mais simples que nós mulheres, devemos ter. Claro que há muitos mais, de acordo com o tipo de pele, e o tom de pele, mas estes são os básicos.
A maquilhagem é apenas uma forma de salientar a beleza das mulheres, de esconder algumas imperfeições, ou apenas de aumentar a sua auto-estima.
Claro que há diferença, tal como já referi, entre as mulheres: umas usam muita maquilhagem e a sua pele parece artificial; outras usam pouca, e só notamos quando prestamos atenção. No entanto, tudo depende da mulher, do contexto e de como se sente à vontade.
"A maquilhagem diz-nos mais que o rosto."
-Sɑrɑ Rɑmos-
PS: Para os leitores que tenham facebook, e me queiram ajudar num concurso, por favor votem em mim, no link : http://missmanga.pt/detail.php?p=1026
Um concurso em que o prémio é obviamente maquilhagem ;)
Muito Obrigado.
quarta-feira, 21 de maio de 2014
Pulseiras de elásticos
Só reparei hoje na nova moda entre os jovens: pulseiras de elásticos.
Não sei qual é a paranóia que veio com esta nova moda, mas a verdade é que não se fala de outra coisa.
Ao longo do dia, reparei-me várias vezes com jovens a fazerem pulseiras, outros a comprar, e ainda outros entusiasmados com a ideia e a irem comprar elásticos para as fazerem.
A verdade é que não sabia da existência destas pulseiras, só mesmo hoje. De onde veio esta nova moda?
Segundo o que fui "obrigada" a pesquisar (pois isto deixou-me com os níveis de curiosidade ao máximo) foram os chineses que inventaram esta moda de fazer crochet de elásticos, de forma a fazer pulseiras e colares.
Fico impressionada pela rapidez com que os chineses criam uma nova moda que tem como finalidade enriquecerem brutalmente. E impressionada ainda mais de como há tantos jovens que adirem a esta moda e ficam com esta "febre" das pulseiras de elásticos.
Por um lado é muito bom, pois os jovens esquecem as playstations, os computadores e até as televisões e dedicam-se mais a "crochetar"; e também é uma forma dos jovens ganharem dinheiro, pois vendem as pulseiras que fazem aos outros.
Mas agora o facto preocupante: Os jovens seguem as modas muito facilmente. Se todos começam a usar destas pulseiras, eles sentem necessidade de usar quase como se fosse algo imposto, algo obrigatório para todos os jovens. Onde está a personalidade deles? Onde está a vontade de ser diferente de todos os outros?
Quando era mais jovem eu queria distinguir-me, e não ser igual aos outros! Eu queria ser "eu", e não apenas mais uma jovem entre tantas outras. Tanto que com 11 anos cortei o meu enorme cabelo, apenas fiquei com uns centímetros dele, e para quê? Para ser diferente! Porque todas as raparigas tinham o cabelo enorme, e eu era apenas mais uma...
Eu olho para a nova geração de jovens e tenho medo das próximas que virão. Medo porque acho que os jovens se limitam a copiar e a imitar os outros, e não têm interesse em construir a sua própria personalidade e fazerem coisas diferentes.
Para onde foi a criatividade?
Não sei qual é a paranóia que veio com esta nova moda, mas a verdade é que não se fala de outra coisa.
Ao longo do dia, reparei-me várias vezes com jovens a fazerem pulseiras, outros a comprar, e ainda outros entusiasmados com a ideia e a irem comprar elásticos para as fazerem.
A verdade é que não sabia da existência destas pulseiras, só mesmo hoje. De onde veio esta nova moda?
Segundo o que fui "obrigada" a pesquisar (pois isto deixou-me com os níveis de curiosidade ao máximo) foram os chineses que inventaram esta moda de fazer crochet de elásticos, de forma a fazer pulseiras e colares.
Fico impressionada pela rapidez com que os chineses criam uma nova moda que tem como finalidade enriquecerem brutalmente. E impressionada ainda mais de como há tantos jovens que adirem a esta moda e ficam com esta "febre" das pulseiras de elásticos.
Por um lado é muito bom, pois os jovens esquecem as playstations, os computadores e até as televisões e dedicam-se mais a "crochetar"; e também é uma forma dos jovens ganharem dinheiro, pois vendem as pulseiras que fazem aos outros.
Mas agora o facto preocupante: Os jovens seguem as modas muito facilmente. Se todos começam a usar destas pulseiras, eles sentem necessidade de usar quase como se fosse algo imposto, algo obrigatório para todos os jovens. Onde está a personalidade deles? Onde está a vontade de ser diferente de todos os outros?
Quando era mais jovem eu queria distinguir-me, e não ser igual aos outros! Eu queria ser "eu", e não apenas mais uma jovem entre tantas outras. Tanto que com 11 anos cortei o meu enorme cabelo, apenas fiquei com uns centímetros dele, e para quê? Para ser diferente! Porque todas as raparigas tinham o cabelo enorme, e eu era apenas mais uma...
Eu olho para a nova geração de jovens e tenho medo das próximas que virão. Medo porque acho que os jovens se limitam a copiar e a imitar os outros, e não têm interesse em construir a sua própria personalidade e fazerem coisas diferentes.
Para onde foi a criatividade?
-Sɑrɑ Rɑmos-
segunda-feira, 19 de maio de 2014
O vicio das redes sociais
As redes sociais são piores que o tabaco. As pessoas ficam tão viciadas nas redes sociais, que passam lá o dia, e pior que isso é que contam a vida toda lá.
Cada vez fico mais chocada com a quantidade de informação que lá colocam. E estou a preparar-me porque de certeza que virá mais e pior.
Vêm um filme, publicam. Comem, publicam. Vão correr, publicam. Vão estudar, publicam. Qualquer dia até para ir à wc e para utilizar papel higiénico também publicam qualquer coisinha.
É assim: as redes sociais até são interessantes, porque possibilitam que as pessoas falem umas com as outras mais facilmente, mas não é preciso exagerar no uso de tais sites.
Ah, e pior ainda: As pessoas devem pensar que as vidas delas são as redes sociais, pois apenas vivem para isso. Elas não se importam da vida real, e dos amigos reais... Não... O que importa são a quantidade de gostos nas fotos e a quantidade de amigos no facebook.
Enfim, só de pensar nisto apetece-me apagar todas as redes sociais que tenha.
Mas a verdade é que não consigo, não porque sou viciada, mas porque há pessoas com quem só mantenho contacto graças a estas redes.
As redes sociais estão cada vez pior. Mas a culpa não está nas redes sociais, a culpa está nas pessoas que as usam.
Cada vez fico mais chocada com a quantidade de informação que lá colocam. E estou a preparar-me porque de certeza que virá mais e pior.
Vêm um filme, publicam. Comem, publicam. Vão correr, publicam. Vão estudar, publicam. Qualquer dia até para ir à wc e para utilizar papel higiénico também publicam qualquer coisinha.
É assim: as redes sociais até são interessantes, porque possibilitam que as pessoas falem umas com as outras mais facilmente, mas não é preciso exagerar no uso de tais sites.
Ah, e pior ainda: As pessoas devem pensar que as vidas delas são as redes sociais, pois apenas vivem para isso. Elas não se importam da vida real, e dos amigos reais... Não... O que importa são a quantidade de gostos nas fotos e a quantidade de amigos no facebook.
Enfim, só de pensar nisto apetece-me apagar todas as redes sociais que tenha.
Mas a verdade é que não consigo, não porque sou viciada, mas porque há pessoas com quem só mantenho contacto graças a estas redes.
As redes sociais estão cada vez pior. Mas a culpa não está nas redes sociais, a culpa está nas pessoas que as usam.
-Sɑrɑ Rɑmos-
sexta-feira, 16 de maio de 2014
Segredos
Toda a gente tem segredos. Umas pessoas mais, outras pessoas menos, mas toda a gente os tem.
Podemos encontrar alguém em quem confiamos e contamos todos os segredos, ou pelo menos é o que pensamos. Por mais pequeno que seja, há sempre um segredo, um desejo secreto, um sonho que nunca contamos.
Há coisas que ficam para nós, e que nós aprendemos a guardar para nós na nossa vida.
Podemos pensar que não temos nenhum segredo escondido, mas inconscientemente temos muitos, e quanto mais o tempo passa, mais nos apercebemos que sim.
Basta um pensamento escondido e já é um segredo, por isso é incorreto dizer que não temos segredos.
As pessoas apenas são diferentes pela quantidade de segredos guardados. Umas guardam poucos para si mesmas, outras guardam muitos e não partilham com ninguém. São esses os únicos dois grupos de pessoas, mas uma coisa é certa: Toda a gente tem os seus segredos.
Podemos encontrar alguém em quem confiamos e contamos todos os segredos, ou pelo menos é o que pensamos. Por mais pequeno que seja, há sempre um segredo, um desejo secreto, um sonho que nunca contamos.
Há coisas que ficam para nós, e que nós aprendemos a guardar para nós na nossa vida.
Podemos pensar que não temos nenhum segredo escondido, mas inconscientemente temos muitos, e quanto mais o tempo passa, mais nos apercebemos que sim.
Basta um pensamento escondido e já é um segredo, por isso é incorreto dizer que não temos segredos.
As pessoas apenas são diferentes pela quantidade de segredos guardados. Umas guardam poucos para si mesmas, outras guardam muitos e não partilham com ninguém. São esses os únicos dois grupos de pessoas, mas uma coisa é certa: Toda a gente tem os seus segredos.
sábado, 10 de maio de 2014
O "Enxoval".
"Eu com a tua idade já tinha o meu enxoval", é isto que por vezes as avós dizem às netas. No entanto, agora já não há esse "ritual" de desde nova fazer o enxoval para quando se casar.
Antigamente, era muito importante ter um enxoval e até se fazia "competições" entre as raparigas que tinham enxoval, pois os homens iriam escolher aquelas que tivessem maior quantidade de bens. Mas isto ocorria ainda nos séculos passados.
Agora, no século XXI já quase não se usa o termo, ou pelo menos nunca o ouço.
"Enxoval" parece um termo que já não entra no nosso dicionário, e isso devido à pouca importância que agora lhe é atribuída.
Atualmente já não se olha para os bens que a mulher possui ou para o seu enxoval, penso eu que todos os casamentos são feitos por amor, ou deviam ser. (excepto raras excepções).
Andei todo o dia de hoje a pensar no enxoval, e por acaso não era uma má ideia ter um.
Há ainda pessoas que guardam lençóis, pratos, talheres, toalhas, etc...
Eu não tenho nada disso, mas por mais incrível que pareça eu tenho um enxoval! Nunca tinha pensado sobre isto então nunca me tinha apercebido que tinha de facto um enxoval: composto por 54 livros e ainda 26 livros, com um total de 82 contos!
Por acaso para quem não sabia, tenho um grande enxoval ! (:
Antigamente, era muito importante ter um enxoval e até se fazia "competições" entre as raparigas que tinham enxoval, pois os homens iriam escolher aquelas que tivessem maior quantidade de bens. Mas isto ocorria ainda nos séculos passados.
Agora, no século XXI já quase não se usa o termo, ou pelo menos nunca o ouço.
"Enxoval" parece um termo que já não entra no nosso dicionário, e isso devido à pouca importância que agora lhe é atribuída.
Atualmente já não se olha para os bens que a mulher possui ou para o seu enxoval, penso eu que todos os casamentos são feitos por amor, ou deviam ser. (excepto raras excepções).
Andei todo o dia de hoje a pensar no enxoval, e por acaso não era uma má ideia ter um.
Há ainda pessoas que guardam lençóis, pratos, talheres, toalhas, etc...
Eu não tenho nada disso, mas por mais incrível que pareça eu tenho um enxoval! Nunca tinha pensado sobre isto então nunca me tinha apercebido que tinha de facto um enxoval: composto por 54 livros e ainda 26 livros, com um total de 82 contos!
Por acaso para quem não sabia, tenho um grande enxoval ! (:
-Sɑrɑ Rɑmos-
segunda-feira, 5 de maio de 2014
A minha viagem
Ao contrario de todos (ou maior parte) dos finalistas portugueses, eu fui para França.
Em fez de "viagem de finalistas" chamei-lhe de "inicio da minha viagem pelo mundo".
Desde pequena que tenho o sonho de viajar por países por todo o mundo, conhecer novas pessoas, fazer amizades, e saber mais acerca de diferentes costumes e culturas. Tudo isto com uma máquina fotográfica na mão.
Esta, foi portanto a minha primeira viagem de muitas outras por muitos outros países.
Adorei.
Tive que sair no aeroporto de Geneve, na Suiça, pois ficava mais perto do local de França para onde ia. E foi muito divertido utilizar apenas o Francês ou o Inglês para comunicar. Foi disso que mais gostei de toda a viagem.
Se falasse Português ninguém me iria compreender, então fui "forçada" a utilizar o Francês e o Inglês.
Notei muita diferença nas paisagens, até porque para a zona onde fui (perto do Mont-Blanc) era só montes, montanhas, neve... E só paisagens verdes! Era lindo.
Notei também diferença nas pessoas, na forma de serem, na forma de falarem... Tudo...
Lá era um sitio mais sossegado, as pessoas mais calmas, sem stress, sem pressas...
Amei França mesmo, e de certeza que vou lá muitas mais vezes!
-Sɑrɑ Rɑmos-
Aqui ficam algumas fotos, para verem ;).
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| Como conseguem ver, com dificuldade, o meu voo para Geneve estava atrasado. |
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| A pista do Aeroporto de Francisco Sá Carneiro. |
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| Já em pleno voo ;) |
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| Os Pirenéus! |
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| Nota-se logo a diferença entre Suiça e Portugal. |
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| Já em França, uma enorme diferença nas casas, em comparação com Portugal. |
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| E muitos jardins, árvores, e espaços verdes, mesmo no meio da cidade! |
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| Mont-Blanc. |
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| Mont- Blanc mais uma vez. |
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| E aproveito para fazer publicidade à companhia Swiss Internacional Air Lines.
Mais fotos AQUI.
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segunda-feira, 21 de abril de 2014
Filho mais velho VS Filho mais novo.
O problema de ter irmãos mais novos é que parece que eles têm imunidade perante os pais.
Qualquer coisa que seja preciso fazer , parece que só os filhos mais velhos sabem fazer.
Os mais novos não, coitadinhos, podem ficar todo o dia no sofá, à frente da televisão e no ipad!
Os mais velhos, mesmo em épocas de exames, e mesmo que estejam a estudar TÊM OBRIGATÓRIAMENTE de ter tempo para fazer trabalhos em casa, já os mais novos não têm tempo, porque mesmo estando em férias de Verão (3 meses de férias) têm que estudar... E mesmo que estejam a estudar o facebook, ou um jogo qualquer online, para os pais estão a estudar matemática e fisica e quimica.
Os mais velhos, quando estam a ver um powerpoint informativo de matemática, na perspetiva dos pais estam a jogar jogos online, ou estam no facebook, ou seja tudo menos estudar.
E é esta a mesma regra que se repete sempre e sempre.
Tal como quando acontece algo, como por exemplo partir uma jarra em casa.
"De quem é a culpa?", pergunta a mãe.
O filho mais velho responde que é do mais novo ( o que está correto), o filho mais novo começa a chorar baba e ranho (com o seu fantástico talento de representar, o que é ironia porque se vê ao longe que é falso) e diz que é o mais velho.
Os pais, castigam o filho mais velho, porque é ele o culpado.
Por favor pais, mudem a vossa mentalidade e comecem a agir de forma correta.
Se quiserem dividir tarefas domésticas com os vossos filhos, façam isso com todos, não só com os mais velhos.
Quando um filho mais velho está em alturas de exame ou a fazer exercícios de matemática e o vosso filho mais novo sentado no sofá e no ipad no facebook, peçam ajuda ao mais novo e não ao mais velho (porque pelo menos o filho mais velho está a fazer algo de importante).
* Só quero que um dia, se for mãe não seja injusta com os meus filhos. *
-Sɑrɑ Rɑmos-
Qualquer coisa que seja preciso fazer , parece que só os filhos mais velhos sabem fazer.
Os mais novos não, coitadinhos, podem ficar todo o dia no sofá, à frente da televisão e no ipad!
Os mais velhos, mesmo em épocas de exames, e mesmo que estejam a estudar TÊM OBRIGATÓRIAMENTE de ter tempo para fazer trabalhos em casa, já os mais novos não têm tempo, porque mesmo estando em férias de Verão (3 meses de férias) têm que estudar... E mesmo que estejam a estudar o facebook, ou um jogo qualquer online, para os pais estão a estudar matemática e fisica e quimica.
Os mais velhos, quando estam a ver um powerpoint informativo de matemática, na perspetiva dos pais estam a jogar jogos online, ou estam no facebook, ou seja tudo menos estudar.
E é esta a mesma regra que se repete sempre e sempre.
Tal como quando acontece algo, como por exemplo partir uma jarra em casa.
"De quem é a culpa?", pergunta a mãe.
O filho mais velho responde que é do mais novo ( o que está correto), o filho mais novo começa a chorar baba e ranho (com o seu fantástico talento de representar, o que é ironia porque se vê ao longe que é falso) e diz que é o mais velho.
Os pais, castigam o filho mais velho, porque é ele o culpado.
Por favor pais, mudem a vossa mentalidade e comecem a agir de forma correta.
Se quiserem dividir tarefas domésticas com os vossos filhos, façam isso com todos, não só com os mais velhos.
Quando um filho mais velho está em alturas de exame ou a fazer exercícios de matemática e o vosso filho mais novo sentado no sofá e no ipad no facebook, peçam ajuda ao mais novo e não ao mais velho (porque pelo menos o filho mais velho está a fazer algo de importante).
* Só quero que um dia, se for mãe não seja injusta com os meus filhos. *
-Sɑrɑ Rɑmos-
sábado, 19 de abril de 2014
Sporting
Mesmo quando todos estão contra nós, e não acreditam na nossa causa, não devemos desistir. Devemos manter-nos fortes e manter a nossa posição.
"A esperança é a última a morrer" é este o lema que tento levar sempre a cabo.
Ainda me recordo de 2002, ou melhor a época de 2001/02, o quanto chorei, o quanto gritei e o quanto pulei. A minha equipa de futebol tinha ganho o campeonato e nada mais interessava. Naquele altura era o meu maior orgulho.
E essa foi a última festa que fiz. Até então, o que me acompanha são lágrimas, no entanto a esperança nunca morreu.
Durante todos estes anos a fingir que não me importava, mas lá no fundo o amor pelo clube permanecia e hoje é o dia que se nota mais isso.
Faltam horas para o jogo, um jogo que pode ser decisivo e pode dar lugar a pulos, gritos, sorrisos, e cantorias, ou por outro lado desanimo, e lágrimas, e claro esperança para o próximo ano que se avizinha.
Por mais que digam que vamos perder mais um ano o campeonato, eu não acredito. Esperança até ao fim!
Leonina até morrer!
SPORTING, o MEU GRANDE AMOR!
"A esperança é a última a morrer" é este o lema que tento levar sempre a cabo.
Ainda me recordo de 2002, ou melhor a época de 2001/02, o quanto chorei, o quanto gritei e o quanto pulei. A minha equipa de futebol tinha ganho o campeonato e nada mais interessava. Naquele altura era o meu maior orgulho.
E essa foi a última festa que fiz. Até então, o que me acompanha são lágrimas, no entanto a esperança nunca morreu.
Durante todos estes anos a fingir que não me importava, mas lá no fundo o amor pelo clube permanecia e hoje é o dia que se nota mais isso.
Faltam horas para o jogo, um jogo que pode ser decisivo e pode dar lugar a pulos, gritos, sorrisos, e cantorias, ou por outro lado desanimo, e lágrimas, e claro esperança para o próximo ano que se avizinha.
Por mais que digam que vamos perder mais um ano o campeonato, eu não acredito. Esperança até ao fim!
Leonina até morrer!
SPORTING, o MEU GRANDE AMOR!
-Sɑrɑ Rɑmos-
terça-feira, 15 de abril de 2014
Fundo do poço
Ontem foi o dia em que me senti mais perdida em toda a minha vida.
Há dias em que nos sentimos perdidos porque alguma coisa acontece, ou algo corre muito mal, mas nada em comparação como o dia de ontem.
As pessoas desiludem muito, e nem eu sabia o quanto. E quando ontem me apercebi da desilusão que causara, fugi. Fugi da minha vida, fugi de casa, e procurei um sitio, um lugar onde me pudesse acalmar.
Dei por mim a não procurar um lugar para me acalmar, mas sim um lugar onde pudesse, de uma vez por todas, ficar em paz para a eternidade (supondo que sabem que isto é uma hipérbole).
Senti que não valia a pena lutar mais, que não haveria volta a dar.
Ontem "cheguei mesmo no fundo do poço". Já não queria viver, mas mesmo assim não consegui terminar ali.
Pensei em Londres, sítio que nunca visitei e que é um sonho lá ir. Imaginei-me com 21 anos (que para mim é a idade perfeita) e onde estaria e que estaria a fazer.
Enfim, pensei em tudo o que ainda tinha pela frente na minha vida e que nunca iria viver, se desistisse.
Por tudo isto, ainda aqui estou. Porém o dia de ontem não me sai da cabeça e nunca me irá sair. Principalmente pela razão que me levou ao fundo do poço.
A essa razão tenho um ódio profundo, e uma vontade enorme de vingança.
Nunca fui muito de perdoar as pessoas, ou as situações, e agora, nesta ocasião muito menos.
"Quando se deixa entrar a escuridão nunca mais se é a mesma" e ontem eu deixei-a entrar.
Há dias em que nos sentimos perdidos porque alguma coisa acontece, ou algo corre muito mal, mas nada em comparação como o dia de ontem.
As pessoas desiludem muito, e nem eu sabia o quanto. E quando ontem me apercebi da desilusão que causara, fugi. Fugi da minha vida, fugi de casa, e procurei um sitio, um lugar onde me pudesse acalmar.
Dei por mim a não procurar um lugar para me acalmar, mas sim um lugar onde pudesse, de uma vez por todas, ficar em paz para a eternidade (supondo que sabem que isto é uma hipérbole).
Senti que não valia a pena lutar mais, que não haveria volta a dar.
Ontem "cheguei mesmo no fundo do poço". Já não queria viver, mas mesmo assim não consegui terminar ali.
Pensei em Londres, sítio que nunca visitei e que é um sonho lá ir. Imaginei-me com 21 anos (que para mim é a idade perfeita) e onde estaria e que estaria a fazer.
Enfim, pensei em tudo o que ainda tinha pela frente na minha vida e que nunca iria viver, se desistisse.
Por tudo isto, ainda aqui estou. Porém o dia de ontem não me sai da cabeça e nunca me irá sair. Principalmente pela razão que me levou ao fundo do poço.
A essa razão tenho um ódio profundo, e uma vontade enorme de vingança.
Nunca fui muito de perdoar as pessoas, ou as situações, e agora, nesta ocasião muito menos.
"Quando se deixa entrar a escuridão nunca mais se é a mesma" e ontem eu deixei-a entrar.
-Sɑrɑ Rɑmos-
quinta-feira, 3 de abril de 2014
Sessão fotográfica.
Recentemente tive uma sessão fotográfica.
Uma sessão onde fotógrafos, ditos profissionais, me tiraram fotografias. Foi a primeira de muitas que irei ter (E isto sou eu a sonhar alto).
Adorei, simplesmente adorei.
Adorei ser eu a "modelo", adorei os fotógrafos terem a atenção em mim, e adorei pousar para as fotografias.
Foi algo mesmo fantástico. Já houve mais vezes em que eu fui a modelo, mas para fotografias tiradas por amigos. É diferente a sensação e o ambiente das duas situações.
Os fotógrafos tiram-me as fotografias num "estúdio", vá, um "mini-estúdio", e foi espetacular. Foi diferente de todas as fotos que tirei até agora.
Eu adoro fotografar, mas adoro também ser fotografada.
Como num dia li num blogue:
"As mulheres vestem-se e arranjam-se não para elas, mas para os outros, e se se arranjam é claro que querem ser fotografadas."
Uma sessão onde fotógrafos, ditos profissionais, me tiraram fotografias. Foi a primeira de muitas que irei ter (E isto sou eu a sonhar alto).
Adorei, simplesmente adorei.
Adorei ser eu a "modelo", adorei os fotógrafos terem a atenção em mim, e adorei pousar para as fotografias.
Foi algo mesmo fantástico. Já houve mais vezes em que eu fui a modelo, mas para fotografias tiradas por amigos. É diferente a sensação e o ambiente das duas situações.
Os fotógrafos tiram-me as fotografias num "estúdio", vá, um "mini-estúdio", e foi espetacular. Foi diferente de todas as fotos que tirei até agora.
Eu adoro fotografar, mas adoro também ser fotografada.
Como num dia li num blogue:
"As mulheres vestem-se e arranjam-se não para elas, mas para os outros, e se se arranjam é claro que querem ser fotografadas."
-Sɑrɑ Rɑmos-
quarta-feira, 19 de março de 2014
Obrigado Pai!
Chega este dia e não consigo ver defeitos no meu pai.
Claro que no último ano houve discussões, palavras ditas sem pensar, e incompreensão. Mas o meu Pai, como grande Pai que é, perdoo-me, ajudou-me a enfrentar os problemas, e nas alturas em que eu parecia ser incompreendida por toda a gente, ele apoio-me.
Depois ainda há aquelas alturas de extrema diversão, e momentos de felicidade em que ele esteve presente. Em certas alturas, ele não é apenas um pai, mas um amigo. Devo dizer que o meu pai, com os seus 40 e poucos anos que tem, ainda brinca e é muito divertido (afinal de contas uma coisa não impede a outra).
Recuando para trás no tempo, na minha infância, ainda me lembro dele me pôr de castigo e "ralhar" comigo. Na altura não compreendi e achei que era ele a ser "mau". Agora, agradeço-lhe. Pois algumas palmadas foram bem dadas, e os castigos bem atribuídos, pois ajudou-me a ser a pessoa que sou e que hei-de ser.
Claro que no último ano houve discussões, palavras ditas sem pensar, e incompreensão. Mas o meu Pai, como grande Pai que é, perdoo-me, ajudou-me a enfrentar os problemas, e nas alturas em que eu parecia ser incompreendida por toda a gente, ele apoio-me.
Depois ainda há aquelas alturas de extrema diversão, e momentos de felicidade em que ele esteve presente. Em certas alturas, ele não é apenas um pai, mas um amigo. Devo dizer que o meu pai, com os seus 40 e poucos anos que tem, ainda brinca e é muito divertido (afinal de contas uma coisa não impede a outra).
Recuando para trás no tempo, na minha infância, ainda me lembro dele me pôr de castigo e "ralhar" comigo. Na altura não compreendi e achei que era ele a ser "mau". Agora, agradeço-lhe. Pois algumas palmadas foram bem dadas, e os castigos bem atribuídos, pois ajudou-me a ser a pessoa que sou e que hei-de ser.
Tenho que lhe agradecer a ele ( e à minha mãe, claro) pela pessoa que sou hoje, pela educação que recebi, e pelos valores éticos e morais que me transmitiu. Tenho que lhe agradecer ainda o facto de nunca me ter faltado nada durante estes 17 anos, e de me ajudar sempre da melhor forma que pode.
Sei que metade dos cabelos brancos que ele tem, fui eu que lhos pus, e ele faz questão de me lembrar disso :). Por isso aqui vai:
Desculpa Pai por alguma coisa que tenha feito de mal, desculpa as minhas birras e teimosias. Desculpa nem sempre te dar o devido valor, mas aqui estou eu a dar-to.
Obrigado por me teres transmitido este "bichinho" pela Fotografia, e ensinado o que é a boa música; Por me teres ensinado a andar de bicicleta (coisa que ainda me lembro, e que foi incrivelmente difícil, sem as rodinhas pequeninas ahah );
Obrigado por me teres transmitido a cor de cabelo e olhos. :)
segunda-feira, 17 de março de 2014
Um momento de paz.
Há alturas em que só me apetece desistir, e alturas há em que só me apetece lutar e esforçar-me.
Hoje apetece-me desistir de tudo, principalmente da vida.
Não aguento ver-me a morrer aos poucos, pois todos os dias um pedaço de mim morre. A cada dia que passa, a felicidade está mais distante e com ela, as pessoas que fazem parte da minha vida.
Sinto que a minha vontade de continuar está a escassear, e que o fim está próximo. Não aguento mais uns anos, ou apenas uns meses... Simplesmente não aguento.
Estou farta de tudo isto; A minha cabeça parece que explode, cheia de pensamentos, e só deseja parar, tal como o meu coração.
Queria um momento de paz, um momento de descanso. Um momento onde me esquece-se de tudo à minha volta e de toda a minha vida.
Adorava viver a vida apenas no momento, mas já desisti. Eu planeio constantemente o futuro, e é isso talvez que não me deixe viver plenamente
Mas não há nada a fazer, apenas esperar por um momento de paz.
Hoje apetece-me desistir de tudo, principalmente da vida.
Não aguento ver-me a morrer aos poucos, pois todos os dias um pedaço de mim morre. A cada dia que passa, a felicidade está mais distante e com ela, as pessoas que fazem parte da minha vida.
Sinto que a minha vontade de continuar está a escassear, e que o fim está próximo. Não aguento mais uns anos, ou apenas uns meses... Simplesmente não aguento.
Estou farta de tudo isto; A minha cabeça parece que explode, cheia de pensamentos, e só deseja parar, tal como o meu coração.
Queria um momento de paz, um momento de descanso. Um momento onde me esquece-se de tudo à minha volta e de toda a minha vida.
Adorava viver a vida apenas no momento, mas já desisti. Eu planeio constantemente o futuro, e é isso talvez que não me deixe viver plenamente
Mas não há nada a fazer, apenas esperar por um momento de paz.
-Sɑrɑ Rɑmos-
sexta-feira, 7 de março de 2014
Amiga convencida.
Todas nós, mulheres, temos aquela amiga que é sempre mais convencida, mas é nossa amiga e é o que importa.
Os nossos namorados também costumam ter uma amiga desse tipo, e temos que a aceitar tal como ela é, como fazemos com a nossa amiga.
O problema é que não é assim tão fácil.
E se ela por algum motivo começar uma "batalha" connosco? E se ela fizer de tudo para que a relação que ainda não existe entre nós não chegue a existir? Isso é o mais complicado.
E para complicar mais a situação: Ninguém vê o que ela faz, é como se ela tivesse sido assim toda a vida. Os namorados aceitam-na, tal como aceitamos a nossa amiga, mas eles não vêem? Não se apercebem?
Eles vêem sim, mas fingem que não sabem. O que eles querem é divertir-se e ter alguém com quem se divertir! Enquanto nós, com ciúmes e raiva, ficamos a pensar no assunto, e a pensar neles. A gastar o precioso tempo das nossas vidas a imaginar coisas nas nossas cabeças e a inventar maneiras de uma possível vingança.
Acordamos vários dias com o mesmo sonho: Essa tal amiga a aceitar o facto de que o seu melhor amigo tem namorada, e que essa namorada somos nós! Mas depois, apercebemos-nos da realidade e de que ainda nada disso aconteceu.
O que eles não sabem é que nós chegamos a sofrer com isso, não porque estamos com ciúmes, mas porque mais ninguém vê. E quando decidimos falar com eles com naturalidade acerca da sua melhor amigazinha, eles reagem de uma forma como se nós tivéssemos mortinhas de ciúmes, mas não, o que nós temos nesta situação é raiva!
Mas pronto, temos que a aceitar. Ver o revirar de olhos dela e simplesmente ignorar. Ver o seu sorrisinho patético e sorrir também.
É este um dos nossos sacrifícios que por vezes levam a que a necessidade de vingança aumente drasticamente para níveis elevadíssimos.
E depois ainda dizem que as mulheres são más? Não, nós não somos, apenas queremos pagar da mesma moeda. :)
(este texto é dedicado a uma amiga que está a passar por esta situação, ela sabe quem é. Força! )
Os nossos namorados também costumam ter uma amiga desse tipo, e temos que a aceitar tal como ela é, como fazemos com a nossa amiga.
O problema é que não é assim tão fácil.
E se ela por algum motivo começar uma "batalha" connosco? E se ela fizer de tudo para que a relação que ainda não existe entre nós não chegue a existir? Isso é o mais complicado.
E para complicar mais a situação: Ninguém vê o que ela faz, é como se ela tivesse sido assim toda a vida. Os namorados aceitam-na, tal como aceitamos a nossa amiga, mas eles não vêem? Não se apercebem?
Eles vêem sim, mas fingem que não sabem. O que eles querem é divertir-se e ter alguém com quem se divertir! Enquanto nós, com ciúmes e raiva, ficamos a pensar no assunto, e a pensar neles. A gastar o precioso tempo das nossas vidas a imaginar coisas nas nossas cabeças e a inventar maneiras de uma possível vingança.
Acordamos vários dias com o mesmo sonho: Essa tal amiga a aceitar o facto de que o seu melhor amigo tem namorada, e que essa namorada somos nós! Mas depois, apercebemos-nos da realidade e de que ainda nada disso aconteceu.
O que eles não sabem é que nós chegamos a sofrer com isso, não porque estamos com ciúmes, mas porque mais ninguém vê. E quando decidimos falar com eles com naturalidade acerca da sua melhor amigazinha, eles reagem de uma forma como se nós tivéssemos mortinhas de ciúmes, mas não, o que nós temos nesta situação é raiva!
Mas pronto, temos que a aceitar. Ver o revirar de olhos dela e simplesmente ignorar. Ver o seu sorrisinho patético e sorrir também.
É este um dos nossos sacrifícios que por vezes levam a que a necessidade de vingança aumente drasticamente para níveis elevadíssimos.
E depois ainda dizem que as mulheres são más? Não, nós não somos, apenas queremos pagar da mesma moeda. :)
-Sɑrɑ Rɑmos-
sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014
Um sonho que é apenas um sonho.
Sempre fui uma criança com muitos sonhos. Desde cedo comecei a pensar no que "queria ser quando fosse grande", e ainda agora penso sem saber ao certo.
Eu adorava experimentar várias profissões. Adorava passar por todas as experiências de vida, possíveis e imagináveis.
Ao mesmo tempo que quero ser Astrónoma, quero ser Arquitecta, quero ser Advogada. Seguir Engenharia Informática, Artes, Fotografia. Ser bombeira, polícia...Astronauta! Queria ser médica pediatra, ou então médica de medicina tradicional chinesa. Queria ser jornalista ou apresentadora de televisão, ser bailarina profissional... Saber tocar piano, guitarra, saber ballet... Ser professora de Filosofia ou Psicologia... Ser vocalista de uma banda de rock...
Sempre sonhei com tudo isto, e muito mais...
Sempre quis tudo isto, e não me decido por uma coisa só. Imagino e tenho esperanças de tirar muitos cursos superiores e trabalhar em várias áreas.
No entanto, não é possível ser tudo isto. Não conseguiria, na minha vida toda, ter tempo para estudar e trabalhar em todas estas áreas. Tenho que optar por algumas, ou apenas uma.
Mas do que eu gosto mesmo?
Para tal pergunta não tinha resposta até à bem pouco tempo, mas finalmente já a descobri:
O que eu quero é representar.
Com a representação posso ser quem eu quiser. Posso experimentar todas estas profissões e muitas mais. Posso ter experiências diferentes, vidas diferentes, profissões diferentes e tudo isto porque posso dar vida a personagens diferentes!
Posso num dia ser uma Jornalista, e no dia a seguir ser Médica. Posso abrir horizontes e experimentar de tudo um pouco.
Com uma só profissão posso ser todas, o que acho fantástico.
Mas o meu sonho era ir para a London Theatre School, aprender representação, dança e canto. Aí, sim, iria-me sentir realizada.
No entanto, este é um sonho que é apenas isso: um sonho.
-Sɑrɑ Rɑmos-
segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014
Estar a mais.
Sentir que não nos encaixamos num determinado ambiente, ou que simplesmente estamos lá a mais, é como me sinto em determinadas ocasiões.
Estar no café com os amigos e falarem de um assunto do qual não tenho conhecimento. Eu fico lá e ouço-os atentamente, mas por vezes não faço a mínima ideia do que falam, e desligo. Desligo para o mundo real. Parece que tenho um botão na minha mente, e é nessas alturas que clico nele. Desligo e fico apenas pelos meus pensamentos, na minha mente, sítio onde sei tudo.
Estar com familiares, e começarem a falar de pessoas que nunca conheci, ou de lugares onde nunca estive. Sinto-me desconfortável. Sinto que não importo, que estou a mais, e que ninguém nota na minha triste presença.
Tento sempre evitar estas situações desconfortáveis, mas há sempre situações inevitáveis. Apenas estou lá em presença, enquanto a minha mente vagueia pelos meus pensamentos.
É incrivel que é nessas ocasiões que a minha mente cria associações fantásticas e inventa histórias dignas de um bom livro, no entanto há sempre alguém que destrói este meu estado de incrível inspiração e pergunta "Estás bem?" ou "O que tens?".
Aí volto a tomar atenção ao que se passa à minha volta, e retorno ao estado de desconforto. Volto a estar atenta à conversa e apercebo-me que agora já não falam da pessoa X que eu não conheço, mas sim do lugar Y no qual nunca estive.
Assim, volto mais uma vez a atenção para a minha mente. E isto continua, como um circulo vicioso, até que ... Quase por magia... Alguém se digna a ver a minha presença e diz "Sara...". Eu olho rapidamente para ver quem é, até que descubro que não estão a falar para mim, mas a conversar acerca de uma Sara que eu não conheço.
É sempre fantástico! (Ironia).
Estar no café com os amigos e falarem de um assunto do qual não tenho conhecimento. Eu fico lá e ouço-os atentamente, mas por vezes não faço a mínima ideia do que falam, e desligo. Desligo para o mundo real. Parece que tenho um botão na minha mente, e é nessas alturas que clico nele. Desligo e fico apenas pelos meus pensamentos, na minha mente, sítio onde sei tudo.
Estar com familiares, e começarem a falar de pessoas que nunca conheci, ou de lugares onde nunca estive. Sinto-me desconfortável. Sinto que não importo, que estou a mais, e que ninguém nota na minha triste presença.
Tento sempre evitar estas situações desconfortáveis, mas há sempre situações inevitáveis. Apenas estou lá em presença, enquanto a minha mente vagueia pelos meus pensamentos.
É incrivel que é nessas ocasiões que a minha mente cria associações fantásticas e inventa histórias dignas de um bom livro, no entanto há sempre alguém que destrói este meu estado de incrível inspiração e pergunta "Estás bem?" ou "O que tens?".
Aí volto a tomar atenção ao que se passa à minha volta, e retorno ao estado de desconforto. Volto a estar atenta à conversa e apercebo-me que agora já não falam da pessoa X que eu não conheço, mas sim do lugar Y no qual nunca estive.
Assim, volto mais uma vez a atenção para a minha mente. E isto continua, como um circulo vicioso, até que ... Quase por magia... Alguém se digna a ver a minha presença e diz "Sara...". Eu olho rapidamente para ver quem é, até que descubro que não estão a falar para mim, mas a conversar acerca de uma Sara que eu não conheço.
É sempre fantástico! (Ironia).
-Sɑrɑ Rɑmos-
terça-feira, 4 de fevereiro de 2014
" I can't remember to forget you."
Às vezes seria muito mais fácil se pode-se-mos controlar o que esquecemos e o que nos lembramos.
Seria muito mais fácil, controlar todas as nossas memórias tal como controlamos todos os ficheiros que se encontram no nosso pc, e clicar no "Delete" quando fosse necessário.
Desejamos esquecer algo que nos magoo, ou tentar esquecer uma pessoa e parece que, por ironia, ainda nos lembramos mais disso.
Não controlamos as memórias que ficam guardadas e as que não ficam. Não conseguimos controlar quando devemos ou não lembrar-nos de certas coisas. É uma área fora do nosso controlo.
Tento esquecer-me de certos acontecimentos, mas no dia a seguir esqueço-me de os esquecer. Parece confuso, mas eu lembro-me de tudo e chega por vezes a ser muito incomodo. Tentar esquecer uma coisa, e lembrar-me todos os dias de manhã dela. Torna-se stressante.
Mas o pior é tentar esquecer pessoas. As pessoas deixam marcas tão grandes na nossa vida que parece impossível esquecê-las por um único minuto que seja. E o que é mesmo mau é que nos lembramos delas nos momentos mais estranhos.
"I can't remember to forget you". Eu não me lembro de te esquecer.
É exatamente isto que acontece, eu não me lembro de esquecer algumas pessoas, e às vezes torna-se difícil.
Quando desejamos esquecer por completo alguém, há sempre uma frase, uma palavra, uma pulseira, um texto, uma fotografia, um sinal dessa pessoa... Afinal de contas, memórias não se controlam, e por vezes, no futuro, é bom recordarmos pessoas do nosso passado.
Seria muito mais fácil, controlar todas as nossas memórias tal como controlamos todos os ficheiros que se encontram no nosso pc, e clicar no "Delete" quando fosse necessário.
Desejamos esquecer algo que nos magoo, ou tentar esquecer uma pessoa e parece que, por ironia, ainda nos lembramos mais disso.
Não controlamos as memórias que ficam guardadas e as que não ficam. Não conseguimos controlar quando devemos ou não lembrar-nos de certas coisas. É uma área fora do nosso controlo.
Tento esquecer-me de certos acontecimentos, mas no dia a seguir esqueço-me de os esquecer. Parece confuso, mas eu lembro-me de tudo e chega por vezes a ser muito incomodo. Tentar esquecer uma coisa, e lembrar-me todos os dias de manhã dela. Torna-se stressante.
Mas o pior é tentar esquecer pessoas. As pessoas deixam marcas tão grandes na nossa vida que parece impossível esquecê-las por um único minuto que seja. E o que é mesmo mau é que nos lembramos delas nos momentos mais estranhos.
"I can't remember to forget you". Eu não me lembro de te esquecer.
É exatamente isto que acontece, eu não me lembro de esquecer algumas pessoas, e às vezes torna-se difícil.
Quando desejamos esquecer por completo alguém, há sempre uma frase, uma palavra, uma pulseira, um texto, uma fotografia, um sinal dessa pessoa... Afinal de contas, memórias não se controlam, e por vezes, no futuro, é bom recordarmos pessoas do nosso passado.
quarta-feira, 29 de janeiro de 2014
O "ex".
Antes mesmo de existir um relacionamento deve existir uma base, uma amizade, e acho que essa base acaba por nunca deixar existir. A amizade é uma das ligações mais importantes e algumas chegam a ser para uma vida.
A amizade com o "ex" namorado (a) pode existir e pode tornar-se uma boa amizade, mas claro, uma amizade com limites. Há certas coisas que não fica bem contar a um "ex" ou apenas desabafar.
A amizade pode continuar mas com alguns limites.
Por exemplo:
1. Não vamos contar ao nosso "ex" que sentimos falta do passado, ele pode entender de um sentido errado. Só lhe dizemos isso se, claro, estivermos a pensar em voltar ao relacionamento antigo.
2. Não lhe vamos dizer certas coisas do nosso relacionamento atual (se o tivermos) ou apenas da nossa nova paixoneta... E isto claro, por uma questão de respeito.
3. Não ligamos para o nosso "ex" quando o nosso seguinte relacionamento acaba (é um pouco patético). Ah, e mais uma vez, só fazemos isto quando queremos MESMO que o relacionamento com o "ex" volte.
Um "ex" pode ter uma história connosco, pode ter uma amizade, pode ser uma pessoa maravilhosa, mas há coisas que não se dizem, e algumas que ficam mesmo mal serem ditas.
Fica a dica.
Um relacionamento pode acabar de várias formas: com ódio, com amizade, ou apenas normalmente e cada um segue a sua vida...
Aí surge a palavra "ex". O "ex" relacionamento, o/a "ex" namorado (a), o "ex" amor, o "ex"...
Qual é a função do "ex"?
Recordar, é o que eu acho. Se o relacionamento acabou é porque não dava para continuar, então devemos lembrar-mo-nos dele para não voltarmos a cometer os mesmos erros. O "ex" relacionamento serve para nos mostrar um caminho que não devemos seguir, um caminho que acabou.
A amizade com o "ex" namorado (a) pode existir e pode tornar-se uma boa amizade, mas claro, uma amizade com limites. Há certas coisas que não fica bem contar a um "ex" ou apenas desabafar.
A amizade pode continuar mas com alguns limites.
Por exemplo:
1. Não vamos contar ao nosso "ex" que sentimos falta do passado, ele pode entender de um sentido errado. Só lhe dizemos isso se, claro, estivermos a pensar em voltar ao relacionamento antigo.
2. Não lhe vamos dizer certas coisas do nosso relacionamento atual (se o tivermos) ou apenas da nossa nova paixoneta... E isto claro, por uma questão de respeito.
3. Não ligamos para o nosso "ex" quando o nosso seguinte relacionamento acaba (é um pouco patético). Ah, e mais uma vez, só fazemos isto quando queremos MESMO que o relacionamento com o "ex" volte.
Um "ex" pode ter uma história connosco, pode ter uma amizade, pode ser uma pessoa maravilhosa, mas há coisas que não se dizem, e algumas que ficam mesmo mal serem ditas.
Fica a dica.
-Sɑrɑ Rɑmos-
terça-feira, 21 de janeiro de 2014
O Diário
Sempre tive um diário onde apontava os acontecimentos mais importantes do meu dia-a-dia. Quando era criança era fantástico ter o diário e apontava tudo ao mais ínfimo pormenor.
Não sei o quê, mas algo me levava a apontar tudo. Quando conhecia uma pessoa nova, descrevia-a e apontava o seu nome. Talvez porque tivesse medo de esquecer o que se passou, ou talvez porque achava que um diário tinha essa função: de guardar todos os detalhes do dia-a-dia.
Comecei a crescer e deixei de escrever tudo ao detalhe no meu diário. Pensava "E se alguém encontrar o meu diário e o ler?", então, contava tudo com metáforas que só eu percebia e às quais só eu conseguia decifrar. Ao fim de uns meses decidi pôr fim ao meu diário e queimei-o.
Ainda hoje tenho o mau hábito de contar tudo muito superficialmente e não contar nada com detalhes. Mesmo até quando escrevo estes meus textos para o blogue é tudo muito superficialmente, hábito que tento evitar mas sem êxito.
Vou então começar a escrever um diário, mas desta vez de forma diferente: vou apontar o mais importante e só o mais importante, afinal de contas vai ser giro um dia mais tarde ler as minha aventuras de quando tinha 17 anos.
Não sei o quê, mas algo me levava a apontar tudo. Quando conhecia uma pessoa nova, descrevia-a e apontava o seu nome. Talvez porque tivesse medo de esquecer o que se passou, ou talvez porque achava que um diário tinha essa função: de guardar todos os detalhes do dia-a-dia.
Comecei a crescer e deixei de escrever tudo ao detalhe no meu diário. Pensava "E se alguém encontrar o meu diário e o ler?", então, contava tudo com metáforas que só eu percebia e às quais só eu conseguia decifrar. Ao fim de uns meses decidi pôr fim ao meu diário e queimei-o.
Ainda hoje tenho o mau hábito de contar tudo muito superficialmente e não contar nada com detalhes. Mesmo até quando escrevo estes meus textos para o blogue é tudo muito superficialmente, hábito que tento evitar mas sem êxito.
Vou então começar a escrever um diário, mas desta vez de forma diferente: vou apontar o mais importante e só o mais importante, afinal de contas vai ser giro um dia mais tarde ler as minha aventuras de quando tinha 17 anos.
-Sɑrɑ Rɑmos-
quarta-feira, 15 de janeiro de 2014
Decisões precipitadas.
De um momento para o outro, uma simples ação pode mudar o estado de espírito de uma pessoa de tal forma que nos parece quase impossível.
Uma frase, ação ou até mesmo atitude pode mudar a nossa forma de estar, o nosso estado de espírito e ainda a nossa forma de pensar.
Coisas que acontecem, ao longo da vida, vão mudando quem somos. Algumas chegam a ser de tal forma tão marcantes que passamos o resto do dia a pensar nelas, e talvez até o resto da vida, mas são estas situações marcantes que nos ajudam ou não a entender melhor a situação em que nos encontramos.
Decisões precipitadas, é algo que acontece com alguma frequência na vida das pessoas, e são elas a causa de maior parte dessas "mudanças de estado de espírito" repentinas. Por vezes correm bem, porque ajudam a seguir a vida de melhor forma, outras vezes chega a correr tão mal que nos muda o rumo da vida por completo e encontra-mo-nos perdidos e sem caminho a seguir.
Seja como for, o melhor é evitar estas decisões e tentar sempre refletir no assunto antes de agir. Fazer um contra balanço entre os pontos positivos e pontos negativos e avaliar a melhor forma de agir perante determinada situação; E ainda tentar pensar em tudo o que vai depender dessa mesma decisão, para no final não termos surpresas desagradáveis e virmos a sofrer com consequências.
Devemos sempre tomar decisões quando estamos calmos e não no auge do momento. Quando estamos irritados, tristes, chateados não é o melhor momento para tomarmos decisões uma vez que estamos a ser influenciados pelos nossos sentimentos. Mas se pensarmos bem, quando estamos felizes, as nossas decisões também dependem dessa mesma felicidade, por isso o melhor mesmo era tomar decisões sem influência qualquer por parte dos sentimentos e emoções, mas o ser humano é muito complexo o que torna essa teoria, apenas uma teoria muito diferente da prática.
No entanto, tendo ou não influencia pelos sentimentos, devemos evitar tomar decisões quando estamos num estado de espírito negativo.
Uma frase, ação ou até mesmo atitude pode mudar a nossa forma de estar, o nosso estado de espírito e ainda a nossa forma de pensar.
Coisas que acontecem, ao longo da vida, vão mudando quem somos. Algumas chegam a ser de tal forma tão marcantes que passamos o resto do dia a pensar nelas, e talvez até o resto da vida, mas são estas situações marcantes que nos ajudam ou não a entender melhor a situação em que nos encontramos.
Decisões precipitadas, é algo que acontece com alguma frequência na vida das pessoas, e são elas a causa de maior parte dessas "mudanças de estado de espírito" repentinas. Por vezes correm bem, porque ajudam a seguir a vida de melhor forma, outras vezes chega a correr tão mal que nos muda o rumo da vida por completo e encontra-mo-nos perdidos e sem caminho a seguir.
Seja como for, o melhor é evitar estas decisões e tentar sempre refletir no assunto antes de agir. Fazer um contra balanço entre os pontos positivos e pontos negativos e avaliar a melhor forma de agir perante determinada situação; E ainda tentar pensar em tudo o que vai depender dessa mesma decisão, para no final não termos surpresas desagradáveis e virmos a sofrer com consequências.
Devemos sempre tomar decisões quando estamos calmos e não no auge do momento. Quando estamos irritados, tristes, chateados não é o melhor momento para tomarmos decisões uma vez que estamos a ser influenciados pelos nossos sentimentos. Mas se pensarmos bem, quando estamos felizes, as nossas decisões também dependem dessa mesma felicidade, por isso o melhor mesmo era tomar decisões sem influência qualquer por parte dos sentimentos e emoções, mas o ser humano é muito complexo o que torna essa teoria, apenas uma teoria muito diferente da prática.
No entanto, tendo ou não influencia pelos sentimentos, devemos evitar tomar decisões quando estamos num estado de espírito negativo.
-Sɑrɑ Rɑmos-
terça-feira, 14 de janeiro de 2014
O que não sabemos.
Há coisas que os outros sabem e que nós não sabemos acerca de nós mesmos.
Há atos involuntários e coisas que fazemos inconscientemente que por vezes só os outros notam, porque é de tal forma inconsciente que nós não reparamos. Simples atitudes, gestos, ações... Não damos demasiada importância, mas por vezes simples coisas mostram quem realmente nós somos.
Por vezes pensamos que somos de uma maneira mas apenas nos enganamos a nós próprios, depois há sempre alguém na nossa vida que nos confronta e diz o que na realidade se passa. De inicio não queremos acreditar, e juramos a pés juntos que não é verdade, mas com o tempo, conseguimos perceber e dar razão.
Mas quando nos apercebemos já é tarde, e pode já haver muita confusão na nossa vida, e muitas asneiras que tenhamos cometido. Depois damos razão às pessoas que nos confrontaram, mas não admitimos, porque não queremos dar a saber que alguém nos conhecia melhor do que nos conhecíamos a nós mesmos.
É para isso que servem os amigos, para conhecerem a nossa "outra parte", a que nós não conhecemos, a qual desconhecemos.
Há atos involuntários e coisas que fazemos inconscientemente que por vezes só os outros notam, porque é de tal forma inconsciente que nós não reparamos. Simples atitudes, gestos, ações... Não damos demasiada importância, mas por vezes simples coisas mostram quem realmente nós somos.
Por vezes pensamos que somos de uma maneira mas apenas nos enganamos a nós próprios, depois há sempre alguém na nossa vida que nos confronta e diz o que na realidade se passa. De inicio não queremos acreditar, e juramos a pés juntos que não é verdade, mas com o tempo, conseguimos perceber e dar razão.
Mas quando nos apercebemos já é tarde, e pode já haver muita confusão na nossa vida, e muitas asneiras que tenhamos cometido. Depois damos razão às pessoas que nos confrontaram, mas não admitimos, porque não queremos dar a saber que alguém nos conhecia melhor do que nos conhecíamos a nós mesmos.
É para isso que servem os amigos, para conhecerem a nossa "outra parte", a que nós não conhecemos, a qual desconhecemos.
-Sɑrɑ Rɑmos-
quinta-feira, 9 de janeiro de 2014
A imaginação
O nosso pensamento, ultrapassa todas as barreiras entre a realidade física e a metafisica.
A imaginação é um importante factor que distingue o homem de todos os outros seres vivos. É ela que nos leva a criar mundos, histórias, espécies e personagens que não existem. É ela que faz com que o ser humano se diferencie cada vez mais dos animais, e que aprenda e crie novas coisas.
Também é a imaginação que muitas vezes está presente nos nossos tempos de lazer, e faz com que esqueçamos de uma vez quem somos, onde vivemos e todos os problemas que temos na vida.
A imaginação pode nos ajudar a viajar por todos os sítios e todos os mundos imaginários, e sem sequer sairmos do nosso lugar. Basta fechar os olhos, ou ouvir uma música para que imaginemos que estamos noutro local. É de facto um maravilhoso talento este, de possuir a imaginação. E se nos foi um talento dado é porque o devemos utilizar. Usar a imaginação para além de manter o nosso espírito aberto a novas ideias, ajuda a trabalhar o cérebro e faz com que se formem ideias e ideias. Ideias essas que mais tarde nos podem ajudar.
A imaginação é algo que alimenta a alma, algo que nos torna puros e que faz de nós eternas crianças.
A imaginação é um importante factor que distingue o homem de todos os outros seres vivos. É ela que nos leva a criar mundos, histórias, espécies e personagens que não existem. É ela que faz com que o ser humano se diferencie cada vez mais dos animais, e que aprenda e crie novas coisas.
Também é a imaginação que muitas vezes está presente nos nossos tempos de lazer, e faz com que esqueçamos de uma vez quem somos, onde vivemos e todos os problemas que temos na vida.
A imaginação pode nos ajudar a viajar por todos os sítios e todos os mundos imaginários, e sem sequer sairmos do nosso lugar. Basta fechar os olhos, ou ouvir uma música para que imaginemos que estamos noutro local. É de facto um maravilhoso talento este, de possuir a imaginação. E se nos foi um talento dado é porque o devemos utilizar. Usar a imaginação para além de manter o nosso espírito aberto a novas ideias, ajuda a trabalhar o cérebro e faz com que se formem ideias e ideias. Ideias essas que mais tarde nos podem ajudar.
A imaginação é algo que alimenta a alma, algo que nos torna puros e que faz de nós eternas crianças.
-Sɑrɑ Rɑmos-
segunda-feira, 6 de janeiro de 2014
Preconceito
Não sei porque há pessoas contra a adoção por parte dos casais homossexuais. Já aceitaram o casamento, e não aceitam a adoção?
"As crianças vão ficar com problemas psicologicamente pelo facto de ter duas mães ou dois pais..." É uma ideia totalmente errada!!
Sim, vai ser diferente e vai ser difícil para uma criança dizer na escola que tem dois pais ou duas mães, mas estamos numa altura de mudança e temos que aceitar.
No outro dia vi um comentário na net que dizia nada mais nada menos: "Os homossexuais adotam crianças que os heterossexuais abandonam."
Não é totalmente, mas é apenas uma ideia e está correta. Há tantas crianças em orfanatos. Crianças que não têm uma família, que não sabem o que é ter pais... E ainda ficam contra a adopção por parte dos casais homossexuais? Eles irão adotar! Adotar crianças. Se pensarmos bem vão tirar crianças de um orfanato, dar-lhes uma casa, dar-lhes o que eles mais querem: uma familia e uns pais.
No meu ponto de vista não interessa se é casal homossexual ou heterossexual, acho que todos têm os mesmos direitos.
Pensem para vocês mesmos. Têm o sonho de serem pais um dia? Se sim, imaginem que eram homossexuais. Não adorariam mesmo assim ter um filho ou uma filha?
Quase todos nós deseja-mos ter filhos, é um sonho vê-los correr pela casa fora e ver que são felizes connosco. Mas para os homossexuais esse sonho é quase impossível sem a adoção. Não sejam egoístas a esse ponto!
"As crianças vão ficar com problemas psicologicamente pelo facto de ter duas mães ou dois pais..." É uma ideia totalmente errada!!
Sim, vai ser diferente e vai ser difícil para uma criança dizer na escola que tem dois pais ou duas mães, mas estamos numa altura de mudança e temos que aceitar.
No outro dia vi um comentário na net que dizia nada mais nada menos: "Os homossexuais adotam crianças que os heterossexuais abandonam."
Não é totalmente, mas é apenas uma ideia e está correta. Há tantas crianças em orfanatos. Crianças que não têm uma família, que não sabem o que é ter pais... E ainda ficam contra a adopção por parte dos casais homossexuais? Eles irão adotar! Adotar crianças. Se pensarmos bem vão tirar crianças de um orfanato, dar-lhes uma casa, dar-lhes o que eles mais querem: uma familia e uns pais.
No meu ponto de vista não interessa se é casal homossexual ou heterossexual, acho que todos têm os mesmos direitos.
Pensem para vocês mesmos. Têm o sonho de serem pais um dia? Se sim, imaginem que eram homossexuais. Não adorariam mesmo assim ter um filho ou uma filha?
Quase todos nós deseja-mos ter filhos, é um sonho vê-los correr pela casa fora e ver que são felizes connosco. Mas para os homossexuais esse sonho é quase impossível sem a adoção. Não sejam egoístas a esse ponto!
-Sɑrɑ Rɑmos-
quinta-feira, 2 de janeiro de 2014
Saudade.
Quando olhamos para fotos antigas em que estamos com pessoas que já saíram da nossa vida, sentimos saudade. É inevitável. Lembrarmos dos momentos que passamos com elas, que nunca mais se vão voltar a repetir... É claro que temos saudade.
Essas pessoas seguiram um caminho diferente, e deixaram o mesmo caminho que nós seguimos. Pessoas que nos foram muito importantes, e outras, que nem tanto.
O que custa é olhar para momentos únicos, momentos que nunca mais se poderão repetir e de tal forma fantásticos que é quase impossível de explicar. São esses momentos de que sinto falta e saudades. E quando esses momentos são partilhados com pessoas que já saíram da nossa vida, isso faz-nos ter saudades dessas pessoas.
Mas não podemos fazer nada. Não podemos "obrigar" a que as pessoas fiquem na nossa vida.
Apenas podemos desejar que o caminho da vida dessas pessoas se volte a cruzar com o nosso. E esperar que este desejo se realize.
Essas pessoas seguiram um caminho diferente, e deixaram o mesmo caminho que nós seguimos. Pessoas que nos foram muito importantes, e outras, que nem tanto.
O que custa é olhar para momentos únicos, momentos que nunca mais se poderão repetir e de tal forma fantásticos que é quase impossível de explicar. São esses momentos de que sinto falta e saudades. E quando esses momentos são partilhados com pessoas que já saíram da nossa vida, isso faz-nos ter saudades dessas pessoas.
Mas não podemos fazer nada. Não podemos "obrigar" a que as pessoas fiquem na nossa vida.
Apenas podemos desejar que o caminho da vida dessas pessoas se volte a cruzar com o nosso. E esperar que este desejo se realize.
-Sɑrɑ Rɑmos-
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