sexta-feira, 8 de novembro de 2013

Sonhos

Por vezes temos que desistir de uns sonhos para podermos alcançar outros que pensamos ser mais importantes.

É sempre algo mau e doloroso quando um sonho não se realiza. Pensamos sempre que há maneira de mudar, que há maneira de alcançar ambos os sonhos e sermos felizes a duplicar. Mas na realidade não é assim, temos que fazer decisões, escolhas importantes, e ver o que vem em primeiro lugar.

Devemos avaliar a importância de ambos os sonhos, ver qual o mais importante dos dois. Seguidamente, pensar que se desistir dos dois qual irá traz mais dor. Desta maneira, conseguimos avaliar os sonhos, e decidir qual devemos seguir e qual devemos deixar de lado.

Temos que pensar em tudo até ao mais ínfimo pormenor. Tudo o que acontece se seguirmos determinado sonho e tudo o que irá ser "perdido".

São escolhas difíceis, com as quais temos que lidar durante toda a vida. Escolhas que nos podem trazer arrependimento no futuro, ou até mesmo muita alegria, mas só iremos saber quando o futuro chegar, até lá não conseguimos adivinhar qual a escolha correta a fazer pois não sabemos o que o destino nos reserva.

É por isso que são escolhas difíceis e complicadas de ser feitas, uma simples decisão ou uma má escolha do sonho mais favorável, poderá construir ou destruir a nossa vida.

-Sɑrɑ Rɑmos-

quinta-feira, 7 de novembro de 2013

Juventude

A juventude hoje em dia está perdida, e digo isto como parecendo um velho a falar.

Não sou muito, mas sou o suficiente para ter visto o crescimento de fases, as quais felizmente nunca me juntei.
Começamos com os dreads, de seguida veio a onda Scene/gotico por causa dos Tokio Hotel.

E depois chegamos mais à actualidade.
A palavra tecnica é Sagging, um nome bastante pomposo, mas eu chamo-lhe calças ao fundo do cú.

Vamos então historia: De acordo com Greg Mathis, Sagging foi adoptado a partir do sistema prisional dos Estados Unidos, onde os cintos às vezes são proibidos para impedir os prisioneiros de usá-los como armas ou cometer suicídio por enforcamento. O estilo foi depois popularizado por artistas Hip-Hop na década de 1990. Mais tarde, tornou-se um símbolo da liberdade e da consciência cultural entre alguns jovens ou um símbolo de sua rejeição dos valores da sociedade.

Dito isto, rejeitar os valores da sociedade é andar a mostrar os boxers...

Mas o que mais enerva agora é o #Swag #YOLO



Swag, proveniente da gíria escocesa "Swagger", que era uma descrição da forma como andam alguns  escoceses (em um movimento oscilante). A palavra foi alterada no idioma Inglês que significa "a forma como se apresenta a si mesmo".

Mas há mais...

Swagger (também chamado de swaggie, sundowner ou tussocker) é um velho termo Australiano  que descreve uma subclasse de trabalhadores temporários transitórios, que viajavam a pé de fazenda em fazenda levando a tradicional Swag (saco de dormir). Também característico do  traje swagger era um chapéu amarrado com rolhas para afastar moscas.

Agora percebo os Cap's é para afastar as moscas.
Ou seja Swag não é usar Obey , nem os chapéus..caps desculpem, ligeiramente pousados na cabeça.

Agora sinceramente eu não sei onde é que esta juventude vai buscar os termos, nem o porque, mas se forem seguir uma vertente de "moda" ou de estilo de vida, escolham uma decente.




 --Pedro Fernandes--


 

quarta-feira, 6 de novembro de 2013

Generalizações.

As mulheres têm a fama de serem falsas umas com as outras e no fim lançarem boatos. Os homens, pelo contrário têm fama de andarem à pancada e ao fim estar tudo bem.

Está bem que por muitos motivos isto torna-se verdade. Muitas mulheres falam mal das outras nas costas, e talvez também lancem boatos, mas ninguém pode fazer generalizações precipitadas à base disto.

Todas as mulheres são diferentes e por isso, sim, há divergências, muitas divergências. Mas nem todas lançam boatos e falam mal das outras! Tal como nem todos os homens são diretos com os outros.

Acabem com a generalizações, é o pior que pode existir, nem todos os homens são iguais, e nem todas as mulheres. E sinceramente já conheci mulheres mais diretas que os homens, e homens mais falsos que as mulheres.

A sociedade está em constante mudança e as pessoas estão a mudar cada vez mais. Quem pensaria à 50 anos atrás que o casamento homossexual iria ser aceite? Muita pouca gente, e o que aconteceu? Atualmente é aceite por muitos paises.

A sociedade está em evolução, em alguns casos para pior, como as raparigas de 13 anos que se vestem como se tivessem 18, mas enfim, nem todas as mudanças na sociedade podem ser boas.

Mas vamos esquecer de uma vez por todas as generalizações e acompanhar o progresso da sociedade. Já a ideia de que " O homem é o sexo forte" foi ultrapassada e todos nós sabemos disso.

A sociedade muda. A maneira como era à 50 anos atrás é diferente da atual, até mesmo o pensamento, por isso esqueçamos estas ideologias da sociedade passada, e olhemos para o futuro.

Pensem antes em criar novas ideologias e novos pensamentos do que tentar imortalizar as ideologias de uma sociedade passada.

-Sɑrɑ Rɑmos-

terça-feira, 5 de novembro de 2013

Saber aproveitar

Não devemos pensar sempre em coisas más, mas também não as devemos esquecer. Não devemos gastar o nosso presente a pensar na desilusão que já passou, ou numa forma de nos vingarmos. A vingança chegará no seu tempo, ou talvez quem sabe, encontraremos uma razão para nos "livrar-mos" da vingança.

Devemos aproveitar a vida e tudo o que ela tem para nos oferecer. Nós apenas temos uma oportunidade para viver e temos que a aproveitar da melhor forma possível, fazer com que todas as nossas ações e todas as nossas atitudes valham a pena no futuro.

Não nos devemos prender em ideias como vingança, ou lamentar as desilusões que passamos, devemos seguir em frente e aproveitar a felicidade que se pode ter.

No entanto não devemos esquecer de forma alguma as desilusões pelas quais passámos, pois são elas que nos ajudam a crescer e a ver qual a verdadeira identidade de muitas pessoas.

Também não é correto fingir que está tudo bem para com as pessoas que nos desiludiram, mas devemos fingir que não nos importamos, porque quanto mais pensamos nisso, mais a felicidade se afasta do nosso caminho, e seguramente não é isso que nós queremos.

Tudo o que temos de fazer é aproveitar os pequenos momentos em que a vida nos oferece um pouco de felicidade, e aproveitar como se fosse a última oportunidade que temos de sermos felizes.




-Sɑrɑ Rɑmos-

domingo, 3 de novembro de 2013

Desilusões

É incrível a quantidade de vezes que nos enganamos a avaliar as pessoas.

Pensamos sempre que elas podem mudar, damos oportunidades atrás de oportunidades, e muitas vezes para nada.

Tudo volta ao mesmo, tudo volta à desilusão.

Optamos então por nos afastarmos dessas pessoas. Fartos da desilusão que nos causam, apetece-nos dizer-lhes um "adeus" e nunca mais os ver. Mas isso não acontece. Continuamos com o contacto com as pessoas que nos fazem sofrer, novamente a pensar que "desta vez poderá ser diferente e não voltamos à desilusão.".

Mas uma pessoa nunca muda de verdade, e se nos desiludiu antes, também nos irá desiludir no futuro.

Temos apenas que aprender a lidar com ela, e estar sempre em "modo alerta" para a desilusão não nos apanhar de surpresa. E fazer a mesma coisa que ela nos faz a nós.

Aprender a não contar tudo o que se passa na nossa vida, ou o que pensamos a essa pessoa, porque pode contribuir para que a desilusão apareça mais rapidamente.

-Sɑrɑ Rɑmos-

sábado, 2 de novembro de 2013

Vingança

A nossa condição humana é-nos dada logo no momento em que somos gerados no ventre das nossas mães. Durante meses, desenvolvemos condições para conseguir dar um passo que seja neste mundo. Tudo parece um mar de rosas, onde somos apenas lutadores pelos nossos sonhos, mas a vida humana não é só sonhos. Porque sentimentos como a dor, a vingança, e a escuridão sempre estiveram presentes, à nossa espera.
Na infância abunda a felicidade, a inocência, e o desejo pela descoberta. Nessa altura, não existe "mágoa" ou "vingança" no nosso dicionário, é portanto um mundo de fantasia, onde habitam os sonhos mais extraordinários que alguma vez se sonhou. A felicidade, nesse tempo, é algo que conseguimos facilmente.
A felicidade é algo instável, com múltiplas formas e cores. À medida que cresces o que te faz feliz, vai mudando e os desafios vão se transformando. O choque de emoções, as mudanças afectam o nosso sentimento de amor próprio e pelo nosso redor. Aí, começamos a sofrer. Podemos começar uma fase em que a mágoa é o único caminho, e assim acabamos por querer fazer outros passar por este caminho, pois os seus erros para connosco não os conseguimos tolerar. É algo que o coração não consegue controlar, não consegue conter. Daí surge a vingança, o desejo de que a mágoa passe ao fazer com que a outra pessoa se sinta como nós, a vontade de lhe mostrarmos o que estamos a sentir.
É algo que na nossa mente faz sentido: Fazer sofrer a pessoa que nos causou sofrimento, para que a nossa mágoa alivie.
É errado? Sem dúvida. Justo? Não sabemos, pois se não podemos ser os autores, porque é que temos de ser as vítimas?


Sɑrɑ Rɑmos & Dɑvid Costɑ

sexta-feira, 1 de novembro de 2013

Planos de Halloween

Este ano o halloween não foi celebrado da melhor forma. Dia 31 de Outubro calhou numa Quinta-feira, e como o feriado de dia 1 de Novembro acabou, maior parte das festas de Halloween são hoje (dia 1 de Novembro) ou amanhã.

O Halloween sempre foi como o Carnaval, um dia festivo, de pura diversão e em que estamos com os amigos. Mascara-mo-nos, dançamos, rimos, e fazemos as brincadeiras do costume.

Este ano é diferente. Muitos dos meus amigos não estão perto, por isso os meus planos para este Halloween terei que os fazer eu sozinha.

Então muito bem: Irei ver um filme e fazer pipocas (apenas para mim). Parece-me um bom plano. Apenas tem um senão: Sinto-me incrivelmente sozinha.

Sinto como se todas as pessoas à minha volta se esqueceram de mim. Parece que me ignoram.

Nos anos anteriores, ia a festas com os meus amigos, e mesmo que não houvesse festa, iamos todos para casa de um e faziamos uma sessão de cinema, agora nada disso acontece. E eu pergunto-me:
"Será que é porque este ano ninguém vai celebrar o Halloween, ou será que se esqueceram de mim?"
A resposta é bastante óbvia: esqueceram-se da minha insignificante existência.

Então eu ficarei em casa, a passar o meu primeiro Halloween sem diversão e sozinha.

Mas seja como for, desejo a todos os leitores boas festas de Halloween e que se divirtam muito.



- Sɑrɑ Rɑmos -