As pessoas começam a comprar as prendinhas para oferecer e os famosos Ferrero Rocher. (Que só assim por acaso, eu adoro! ).
Chega a altura de fazer o nosso pinheirinho de Natal e colocar decorações de Natal por toda a casa.
Sempre gostei do Natal. Quando era pequena claro que Natal era sinónimo de prendas, e quando me deitava no dia 24 não conseguia dormir de tão ansiosa que estava para abrir as prendas na manhã de dia 25. Era na altura em que ainda acreditava no pai Natal.
Acordava, saltava da cama, e ia logo a correr até à árvore de Natal. Ia a correr acordar o meu pai, já aos gritinhos e saltinhos de felicidade. Fazia tamanha festa que acordava toda a família. Depois corria novamente até à árvore de Natal e procurava o meu presente para o desembrulhar.
Ao contrário do que possam estar a pensar, eu nunca estragava o embrulho, ou se o estragasse era porque não conseguia evitar. Podia demorar meia hora, mas tentava ao máximo que a fita-cola saísse sem destruir o papel de embrulho.
A seguir brincava com o meu brinquedo, ou usava-o.
Atualmente Natal já não é sinónimo de prendas, talvez porque deixei de as receber, ou simplesmente porque cresci e aprendi que as prendas não é um fator importante no Natal.
No entanto, as prendas trazem um pouco do nosso espírito natalício, e fazem-nos recordar as boas memórias de quando éramos crianças e o Natal era uma época mágica. Por isso, se calhar, as prendas também têm um papel muito importante do Natal, pois são elas que trazem de volta a Magia do Natal.
-Sɑrɑ Rɑmos-
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